Ponto – Xangô


Pedra rolou Pai Xangô
Lá nas pedreiras.
Afirma ponto meu pai
Nas cachoeiras. (Bis)

Tenho meu corpo fechado,
Xangô é meu protetor.
Afirma ponto meu filho,
Pai de cabeça chegou. (Bis)


Por detrás daquelas matas,
Tem um linda cachoeira. (Bis)

É de Meu Pai Xangô,
Que arrebentou sete pedreiras. (Bis)


Quem quebra pedra na pedreira é Xangô,
Quem rola pedra na pedreira é Xangô. (Bis)

Vivo, Ele é rei de Umbanda,
Chegou, ele é rei de Aruanda,
Vivo, Ele é rei de Umbanda.
É Xangô! (Bis)

Tenho meu corpo fechado,
Xangô é meu protetor,
Afirma o ponto meu filho
Pai de cabeça chegou. (Bis)


Xangô morreu com a idade.
Morreu escrevendo na pedra.

E ele escreveu a justiça,
Quem deve paga, quem merece recebe. (Bis)


Xangô é pai, é filho de Obatalá
Xangô é rei, é senhor de Yorubá
Xangô é pai, é filho de Obatalá
Xangô é rei, é senhor de Yorubá

É um raio, um corisco
É um relâmpago, é um trovão
Tira fogo da pedra
Pra brilhar na escuridão. (Bis)


Ele bradou na aldeia
Bradou na cachoeira
Em noite de luar
No alto da pedreira
Vai fazer justiça
Pra nos ajudar
Ele bradou na aldeia
Caô, caô!
E aqui vai bradar
Caô, caô
Ele é Xangô da pedreira
Ele nasceu na cachoeira
Lá no Juremá!